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Lorde Brynden Rivers, chamado de Corvo de Sangue, foi um Grande Bastardo legitimado, filho do Rei Aegon IV Targaryen e Mylessa Blackwood, sua amante. Foi leal à Casa Targaryen durante a Rebelião Blackfyre, Mão do Rei Aerys I e Senhor Comandante da Patrulha da Noite. 

Shiera Seastar, outra bastarda de Aegon IV, foi sua amante. Seu meio-irmão Açoamargo também desejava Shiera, o que fez aumentar a inimizade entre os dois. Acreditava-se que era um feiticeiro.

História

Primeiros Anos

Brynden Rivers nasceu em Porto Real como filho bastardo do Rei Aegon IV Targaryen e sua amante, a senhora Melissa Blackwood.

Brynden não tinha um bom relacionamento com o filho bastardo de Barba, Aegor Rivers, apelidado "Açoamargo". Ambos esses Grandes Bastardos foram legitimados no leito de morte do Rei Aegon IV.

Primeira Revolução Blackfyre

Brynden, um forte guerreiro, portava a espada de aço Valiriano chamada Irmã Negra, mas, como um experiente arqueiro, preferia seu arco. Brynden serviu no pequeno conselho de seu meio-irmão Daeron II Targaryen (presumivelmente como Mestre dos Sussurros). Durante a Rebelião Blackfyre, Brynden permaneceu leal ao Rei Daeron, e comandou um grupo de arqueiros, chamados de Dentes do Corvo. No conselho, defendeu uma linha dura contra os rebeldes, vencendo os apelos de clemência da Mão do Rei, o Príncipe Baelor. Na Batalha do Campo do Capim Vermelho, perdeu um olho lutando contra seu meio-irmão Aegor Rivers. Seus Dentes do Corvo fizeram chover flechas sobre Daemon Blackfyre a quase trezentos metros de distância. Daemon e seus filhos gêmeos morreram; por isso, as pessoas chamariam-no de fratricida.

Alguns anos depois, Rivers tornou-se Mão do Rei, servindo durante todo o reinado de seu sobrinho Aerys I Targaryen. Seu primeiro grande teste foi a Grande Praga da Primavera, que havia matado Daeron, a Mão anterior, dois príncipes e dezenas de milhares de outros. Vendo as pilhas de corpos nas ruas de Porto Real, Brynden ordenou aos piromantes da Guilda dos Alquimistas que os queimassem no Fosso do Dragão. A luz do fogo vivo podia ser vista como um brilho esverdeado por toda a cidade durante a noite. Também houve uma seca que durou dois anos, levando muitos plebeus a deixarem suas terras em busca de lugares onde ainda havia água; o Lorde Corvo de Sangue os ordenou a retornar as suas terras, mas poucos obedeceram e muitos viraram ladrões. Na realidade, o povo culpava Brynden, a quem ainda chamavam de fratricida. Era largamente sabido que as viagens eram mais seguras sob o reinado de Aerys do que de seu filho; com a diminuição das viagens, os preços aumentaram.

Como Lorde Corvo de Sangue, os rumores diziam que Brynden fora um sinistro feiticeiro, governando efetivamente o reino "com espiões e feitiços". No seu período de mão, o Príncipe Maekar lhe guardava desconfiança, supostamente devido a conselhos do Alto Septão.

O Cavaleiro Misterioso e novas revoluções Blackfyre

Graças à informação repassada por um soldado Vyrwel e uma trupe de anões palhaços, Brynden ficou sabendo do plano para apresentar Daemon II Blackfyre como o legítimo Rei dos Sete Reinos. Brynden marchou até Alvasparedes com trezentos Dentes de Corvo, três membros da Guarda Real, quinhentos cavaleiros e cinco mil homens de infantaria, trazidos das Terras da Coroa e das Terras Fluviais. Perante tal força, Daemon II tentou levar seus homens ao campo de batalha, porém recebeu pouco apoio. Daemon II, então, desafiou a Mão para um duelo individual; Brynden recusou e prendeu o pretendente, contendo a Segunda Rebelião Blackfyre. Daemon foi mantido em cativeiro ao invés de ser executado, assegurando que Açoamargo não pudesse colocar seu irmão Haegon como um sério pretendente ao Trono de Ferro. Menos de uma década depois, contudo, outra revolta Blackfyre estourou, mas Corvo de Sangue e o Trono de Ferro agiram rápido.

Após sufocar a Terceira Rebelião Blackfyre, Brynden argumentou que Aegor "Açoamargo" Rivers deveria ser executado mas o Rei Aerys I Targaryen decidiu enviar Aegor para a Patrulha da Noite. Açoamargo, contudo, conseguiu escapar para Essos e recrutou a Companhia Dourada e iniciou outra revolta (a Quarta Rebelião Blackfyre). Contudo sua nova tentativa de tomar o trono para os Blackfyres foi rapidamente sufocada.

O Grande Conselho

Brynden continuou como Mão do sucessor do Rei Aerys I Targaryen, seu irmão Maekar I. Mas após o falecimento de Maekar, Brynden, ainda na figura de Mão do Rei, convocou o Grande Conselho para discutir a questão da sucessão.

Aenys Blackfyre, que estava no exílio em Tyrosh, queria, pacificamente, participar do Grande Conselho e apresentar sua pretensão ao Trono de Ferro. Brynden o ofereceu salvo-conduto para Porto Real. Mas quando Aenys chegou na capital, ele foi preso pela Patrulha da Cidade e encarcerado, sendo posteriormente executado na Fortaleza Vermelha.

O Grande Conselho escolheu o filho mais novo de Maekar, Aegon V Targaryen, para ascender ao trono como rei dos Sete Reinos. O primeiro ato de Aegon V como monarca foi ordenar a prisão de Brynden pelo assassinato de Aenys. Foi sugerido pelo Meistre Aemon que Brynden fosse aprisionado na Fortaleza Vermelha. O Corvo de Sangue argumentou que havia sacrificado sua honra e sua palavra pelo bem do reino, mas Aegon se recusava a solta-lo. Mas foi oferecido que vestisse o negro para evitar ser executado. Brynden aceitou e partiu para a Muralha.

Patrulha da Noite e anos finais

Quando o Meistre Aemon navegou para a Muralha, ele foi escoltado pelo amigo do rei Aegon V, Sor Duncan, o Alto, da Guarda Real, e foi saudado com honras pelos integrantes da Patrulha da Noite.

Brynden ascendeu a posição de Senhor Comandante da Patrulha da Noite. Contudo, ele desapareceu em patrulha quando foi para para lá da Muralha.

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