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Aegon on Balerion

Balerion montado por Aegon I

Balerion, chamado de Terror Negro, foi um dragão da Casa Targaryen. Ele foi montado pelo Rei Aegon I Targaryen durante a Guerra da Conquista, ao lado de suas irmãs-esposas Visenya, montada em Vhagar, e Rhaenys, montada em Meraxes. Balerion foi montado também pelos Reis Maegor I e Viserys I e brevemente pela princesa Aerea Targaryen.

Balerion morreu de velhice em 94 d.C., durante o reinado de Jaehaerys I Targaryen. Ele tinha mais de 200 anos de idade quando faleceu.

Descrição

Balerion foi o maior de todos os dragões dos Targaryen, seus dentes eram tão longos como espadas e suas mandíbulas grandes o suficiente para engolir um mamute inteiro. Seu fogo era negro como suas escamas, a sua envergadura tão grande que cidades inteiras caíram sob a sua sombra enquanto ele as sobrevoava.

História

Balerion recebeu seu nome em honra a um deus da religião valiriana. Ele nasceu em Valíria e foi um dos cinco dragões levados por Aenar Targaryen para Pedra do Dragão para sobreviver a Perdição de Valíria.

Em algum momento, Lorde Aegon Targaryen reclamou Balerion para si, bem antes de ter tomado suas irmãs, Visenya e Rhaenys, como esposas. Aegon voou em Balerion para as Terras Disputadas a pedido das cidades-livres de Pentos e Tyrosh que estavam guerreando contra Volantis. Montado em Balerion, ele se encontrou com o Príncipe de Pentos e os magísters locais, e então voou para Lys, queimando, no caminho, uma frota de navios de guerra enviada pelos Volantianos.

Aegon o Conquistador

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Balerion no Campo de Fogo.

Aegon voltou-se para o oeste, com o intuito de conquistar os Sete Reinos. O primeiro combate que Aegon travou na Guerra da Conquista ocorreu contra as casas Mooton e Darklyn, que haviam se unido para enfrentar os Targaryen. Balerion garantiu a vitória para Aegon.

Aegon então atravessou a torrente da Água Negra para encontrar o Rei Harren Hoare em Harrenhal. Harren tomou refúgio em sua gigantesca fortaleza e Aegon lhe deu uma oportunidade para se render, mas ele se recusou. Aegon então voou com Balerion bem alto e queimou o castelo completamente, chacinando a Casa Hoare. A fortaleza incendiou por dias, como velas, e ficou em absoluta ruína.

Balerion foi utilizado também no Campo de Fogo, a única vez na campanha que todos os três dragões Targaryen foram utilizados numa batalha ao mesmo tempo. Entre as chamas de VhagarMeraxes e Balerion, quatro mil homens queimaram até a morte. O Rei Mern IX Gardener e seus filhos faleceram na luta também, extinguindo a Casa Gardener da Campina. O exército inimigo debandou e Aegon foi vitorioso.

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Balerion e trabalhadores ajudam a forjar o Trono de Ferro

Aegon I então voou para Jardim de Cima, que se rendeu sem lutar. Quando notícias chegaram dos feitos dos dragões ao Rei Torrhen Stark, os nortenhos, que marchavam para o sul, resolveram dobrar o joelho, não resistindo a dominação Targaryen. Aegon e Balerion então submeteram Vilavelha.

De acordo com as canções, ao fim da Guerra da Conquista, o fogo de Balerion forjou o Trono de Ferro, derretendo e fundindo as espadas dos inimigos caídos de Aegon.

Maegor I

Após a morte de Aegon I, Balerion foi reclamado pelo príncipe Maegor, que há muito cobiçava a montaria de seu pai, e tinha afirmado que nenhum outro dragão era digno dele. Após Jonos Arryn ter aprisionado seu irmão, o Lorde Ronnel, e declarou o Vale independente do Trono de Ferro, Maegor voou com Balerion para o Ninho da Águia e encerrou essa rebelião.

Sept of Remembrance

Rei Maegor I Targaryen e Balerion queimam o Septo da Memória

Quando Maegor foi exilado para Pentos como punição por poligamia, ele levou Balerion consigo. Após seu irmão Aenys I falecer, Maegor voltou para Westeros, montado no Terror Negro, para reivindicar a coroa. Durante seu reinado, Maegor usou Balerion para esmagar os rebeldes do Levante da Fé Militante, utilizando o dragão para queimar e destruir o Septo da Memória. Ele também usou Balerion para matar o próprio sobrinho, o príncipe Aegon, e Mercúrio, na Batalha no Olho de Deus.

Princesa Aerea

Balerion foi reivindicado pela princesa Aerea Targaryen em 54 d.C.. Eles desapareceram por aproximadamente um ano. O Rei Jaehaerys I Targaryen tentou localizar Balerion e a jovem princesa enquanto o Mestre da MoedaRego Draz, ofereceu recompensas por informações dos dois, mas sem sucesso. Balerion era o maior dragão vivo no mundo mas ainda assim ele não era visto.

Balerion retornou para Porto Real em 56 d.C., descendo no pátio da Fortaleza Vermelha, carregando Aerea nas costas. A princesa estava doente e com o corpo incrivelmente marcada. Segundo o septão Barth, Balerion também estava ferido. Barth especula que, quando Aerea reivindicou Balerion, ela não conseguiu domar o dragão totalmente a sua vontade e o dragão a levou para o local onde nascera, Valíria. Logo em seguida, Balerion se tornou o primeiro dragão a ser abrigado no Fosso dos Dragões, onde ele foi mantido sob guarda constante.

Viserys I

O último montador de Balerion foi Viserys I Targaryen, que na época era um príncipe. Ele montava no velho dragão no período de sua morte, em 94 d.C.. Viserys nunca tomou outro dragão para si após a morte dele.

Pós-Morte

Junto com outros dezoito crânios de dragão dos Targaryen, o crânio de Balerion ficava num muro na sala do trono da Fortaleza Vermelha. Após a Guerra do Usurpador, o novo Rei Robert I Baratheon ordenou que os crânios de dragão fossem removidos da sala do trono e os armazenou em um porão úmido. Em 284 d.C., quando Tyrion Lannister visitou a capital para o casamento de sua irmã Cersei com Robert, ele observou os crânios, incluindo o de Balerion. Em 298 d.C., Arya Stark encontrou os crânios de dragão no porão da Fortaleza Vermelha.


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